Smart Girl


23/02/2005


Bastava não me torturar... Mas vc fez tudo errado... Tive que errar... Acabar com sua felicidade pra retomar a minhas paz... Não desejei o mal... Eu só errei... Me perdoem e me vejam como uma pobre mortal que sente o que vcs sentem... Vcs serão felizes, eu sei disso... Só desejo isso, que vcs sejam felizes... E contem comigo... Farei o que quiserem para remir a amizade perdida... Assumo qualquer culpa... E peço sincero perdão...

Escrito por Garota Má às 14h14
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13/02/2005


Eu lembro... alias... eu nunca esquecerei...
...de quando aprendi andar de bicicleta... eu caia, levantava, pegava a bicicleta e jogava no chão com toda a força, só de raiva...
...a casa era enorme... eu era pequena...
...o pé de jabutica... eu não devia subir nele, mas subia...
...e o balanço? eu amava o balanço... ficava no pé de manga...
...e a cadeira de balanço?... onde meu primo me fazia dormir, eu que morei lá nunca capotei com ela, já meu irmão e prima... hehehe
...meu primo... me erguia nos ombros, girava, rodopiava... a aflição de qualquer mãe era minha alegria...
...de repente, no meio da brincadeira, um silêncio intrigante... eu havia dormido, no chão, costume que até hoje permanece...
...carrinho de rolimã, pipa, estilingue...brincadeiras de meninos?...não! minhas brincadeiras...entre tantas outras...
...helipictiótico= helicóptero...Bermamepe= Bernadete...amarrom= marron...rs
...meus joelhos... trago comigo as cicatrizes de um tempo de alegria... foi dolorido, mas hoje servem de lembranças de uma época muito feliz...

Escrito por Garota Má às 00h25
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09/02/2005


Casimiro de Abreu

Casimiro José Marques de Abreu nasceu e morreu em Barra de São João, no Estado do Rio de Janeiro. Filho de um imigrante português enriquecido às custas do comércio, Casimiro estudou em Nova Friburgo e depois foi para Lisboa, contra a própria vontade, estudar comércio. Em Lisboa entrou em contato com o meio intelectual, mas logo adoeceu e retornou ao Brasil, onde iniciou sua produção literária.

Escreveu para alguns jornais e graças a essa tarefa conheceu Machado de Assis. Em 18 de outubro de 1860, quando tinha apenas 21 anos, faleceu vítima de tuberculose. A poesia de Casimiro de Abreu é marcada por dois traços fundamentais: o pessimismo decorrente do mal-do-século e o saudosismo nacionalista, que se revela na melancolia produzida pela saudade da terra natal e da infância.


Que é - Simpatia

Simpatia - é o sentimento
Que nasce num só momento,
Sincero, no coração;
São dois olhares acesos
Bem juntos, unidos, presos
Numa mágica atração.

Simpatia - são dois galhos
Banhados de bons orvalhos
Nas mangueiras do jardim;
Bem longe às vezes nascidos,
Mas que se juntam crescidos
E que se abraçam por fim.

São duas almas bem gêmeas
Que riem no mesmo riso,
Que choram nos mesmos ais;
São vozes de dois amantes,
Duas liras semelhantes,
Ou dois poemas iguais.

Simpatia - meu anjinho,
É o canto de passarinho,
É o doce aroma da flor;
São nuvens dum céu d'agosto
É o que m'inspira teu rosto...
 - Simpatia - é quase amor!

Escrito por Garota Má às 22h53
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03/02/2005


Voltando ao beijos...

Um pouco de História

Não se sabe como surgiu o primeiro beijo da humanidade. As referências mais antigas aos beijos foram esculpidas por volta de 2.500 a.C. nas paredes dos templos de Khajuraho, na Índia.

Entre os persas, na Antiguidade, os homens trocavam beijos na boca. Mas só valia para pessoas do mesmo nível. Se um dos homens fosse considerado hierarquicamente inferior, o beijo deveria ser dado no rosto.

Até a segunda metade do século IV a.C., os gregos só permitiam beijos na boca entre pais e filhos, irmãos ou amigos muito próximos. O filósofo Platão declarava "sentir gozo ao beijar".

Os romanos tinham 3 tipos de beijos: o basium, trocado entre conhecidos; o osculum, dado apenas em amigos íntimos; e o suavium, que era o beijo dos amantes. Os imperadores romanos permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios, enquanto os menos importantes tinham de beijar suas mãos. Os súditos podiam beijar apenas seus pés.

Para assustar seus filhos pequenos, as mães nativas da Indochina francesa ameaçavam lhe dar "um beijo de homem branco".

Em nenhuma língua celta existe a palavra "beijo".

No período da Renascença, o beijo na boca era uma forma de saudação muito comum. Na Inglaterra, ao chegar na casa de alguém, o visitante beijava o anfitrião, sua mulher, todos os filhos e até mesmo o cachorro e o gato.

Em muitas tribos africanas, os nativos reverenciavam o chefe beijando o chão que ele pisava.

Antigamente, na Escócia, o padre beijava os lábios da noiva no final da cerimônia de casamento. Dizia-se que a felicidade conjugal dependia dessa benção em forma de beijo. Depois, na festa, a noiva deveria circular entre os convidados e beijar todos os homens na boca, que em troca lhe davam algum dinheiro.

Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era um beijo do czar.

No século XV, os nobres franceses podiam beijar qualquer mulher que quisessem. Na Itália, entretanto, se um homem beijasse uma donzela em público naquela época era obrigado a se casar com ela imediatamente.

Beijo francês é aquele em que as línguas se entrelaçam. Também é conhecido como beijo de língua. A expressão foi criada por volta de 1920. Na França, o beijo francês é conhecido por beijo inglês.

Na linguagem dos esquimós, a palavra que designa beijar é a mesma que serve para dizer cheirar. Por isso, no chamado "beijo de esquimó", eles esfregam os narizes. No Nordeste brasileiro, também se usa a palavra "cheiro" no lugar de "beijo".

Em 1909, um grupo de americanos que consideravam o contato dos lábios prejudicial à saúde criou a Liga Antibeijo.

Boatos no final do século XIX atribuíam à estátua do soldado italiano Guidarello Guidarelli, obra do século XVI assinada por Tullio Lombardo, o poder de arranjar casamentos fabulosos a todas as mulheres que a beijassem. Desde então, mais de 7 milhões de bocas já tocaram a escultura em Veneza.

Por causa do chefe de polícia de Tóquio, que achava o ato de beijar sujo e indecoroso, foram apagados dos filmes norte-americanos mais de 243.840 metros de cenas de beijos.

Oliver Cromwell, no século XVII, proibiu que fossem dados beijos aos domingos na Inglaterra. Os infratores eram condenados à prisão.

O americano Alfred A. E. Wol estabeleceu o recorde mundial de beijos. Ele beijou 8.001 pessoas em oito horas.

Escrito por Garota Má às 11h22
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